segunda-feira, 30 de maio de 2011

Cuide do seu carro: Troca de pneus.

A tecnologia implantada no desenvolvimento de um pneu provavelmente será comprometida se ele não for calibrado corretamente. Se a pressão não estiver adequada, a segurança é comprometida, pois a estabilidade diminui e o condutor perde a capacidade de manejo, além de o carro consumir mais combustível.

Se o carro roda com 30 libras e você deixa com 20% a menos, na estrada faz muita diferença, perdendo 3% de economia de combustível, 30% da vida útil dos pneus e a segurança fica comprometida.

A recomendação dos especialistas é que seja feita a calibragem de 15 em 15 dias, inclusive no estepe. Calibre o pneu quando estiver frio, pois é muito importante que a pressão fique certa, outras coisas que alteram a pressão são furos, pregos, válvulas que não funcionam direito, rodas amassadas entre outros fatores, que comprometem o desempenho do pneu.

O excesso de pressão também é prejudicial, pois nesse caso o pneu tem contato com o solo apenas por meio da parte central da banda de rodagem, se desgastando com muito mais rapidez e o carro fica com maiores distâncias de frenagem.

Fazendo o rodízio dos pneus, aumenta sua vida útil, a operação deve ser feita a cada 10 mil quilômetros e os pneus devem ser calibrados logo após mudá-los de posição. O alinhamento também é recomendado, aproveite e já verifique a cambagem (ângulo de inclinação das rodas). Essa é uma oportunidade também de verificar se existe furos ou cortes, examine a cada três meses o estado dos pneus e se houver um desgaste irregular pode indicar necessidade de alinhamento ou calibragem.

Na troca de pneus por novos, em casos de carros com tração dianteira, coloque os pneus novos a trás, pois a parte de trás do carro precisa de mais aderência já que não conta com a força matriz. Apesar de ser mais econômico trocar parcialmente os pneus, o certo é trocar todos os pneus antigos por novos ao mesmo tempo, pois ao longo da vida eles ficam com a mesma concentração de desgaste e o comportamento é similar.

Fonte G1

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Cuide do seu carro: Troca de óleo.


Nos motores de última geração a troca de óleo se tornou um serviço tão importante e minucioso que necessita de uma atenção especial por parte dos motoristas.

No que diz respeito à troca de óleo, o mau que assola os motores de última geração é a tão falada "BORRA" que entope o pescador da bomba de óleo e os dutos internos de lubrificação do motor, o que causa desde pequenas avarias até a perda total do motor.

Este problema pode aparecer com aviso prévio, normalmente em forma de ruídos estranhos no motor ou piscadas na luz de advertência do óleo no painel do veículo, porém em alguns casos, mesmo sem qualquer manifestação de aviso prévio, o motor literalmente funde.

Para muitas pessoas este fato pode parecer ficção, mas para muitas outras já é uma amarga realidade. Você já pensou em perder simplesmente o motor do seu carro pela simples falta da troca de óleo?

E como isto pode acontecer? A experiência tem nos mostrado que as trocas de óleo com intervalos prolongados, aliada a mais alguns fatores, tais como, a má qualidade do combustível que às vezes abastecem os nossos veículos sem que o percebamos, a utilização do veículo predominantemente em trânsito pesado e ainda por cima em trajetos curtos, deteriora demasiadamente as funções do óleo lubrificante, que assim precisa ser trocado em intervalos menores.

O tipo de óleo adequado para cada modelo de motor e também ao tipo de utilização do veículo é uma tarefa que deve ser bem pensada. Portanto o ideal hoje em dia é que às trocas de óleo sejam acompanhadas por um técnico, pois caso contrário você estará incluído neste grupo de risco.

Por este motivo que ultimamente vem se popularizando a Troca de Óleo Técnica, a qual é realizada em centros de lubrificação ou oficinas mecânicas, pois nelas um técnico pode avaliar o histórico e o estado do motor, e em função disto é possível lhe recomendar o tipo de óleo e o período de troca mais recomendado.

Vale a pena salientar que o emprego de lubrificantes de 1ª linha e a troca do filtro de óleo em toda troca de óleo, também são princípios básicos para obter bons resultados.

Muita gente acha que os lubrificantes são todos iguais, bastando apenas identificar a faixa de viscosidade, ex: 20W40 e tudo bem. Grave engano.

Existem vários tipos de lubrificantes que distinguem suas reais qualidades. E é aqui que na maioria das vezes reside o maior problema: seduzido por uma troca de óleo com preço bem inferior a outra, se opta pela opção mais barata, que via de regra não satisfaz as recomendações mínimas exigidas para um determinado motor.

Como sempre, deve-se atentar ao Manual do Veículo. Nele o motorista encontra o óleo recomendado e suas especificações. Deve-se ficar esperto ao período de troca, pois à má qualidade de nossos combustíveis tem produzido o que chamamos de óleo degradado, que você vai conhecer em detalhes na próxima semana

Fonte MecânicaOnline

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Cuide de seu Carro: A revisão.


Muitos levam seus carros para revisão, mas não sabem o que é necessário trocar em cada revisão e quilometragem. Saiba quais os itens essenciais e até baratos, que representam economia de combustível e evitam gastos maiores posteriores:
-Filtro de ar: a cada 10.000 kms
-Filtro de combustível: a cada 15.000 kms (carros flex deve ser trocado a cada 10.000 kms, pois o álcool e cheio de residuos)
-Velas: a cada 30.000 kms.-Filtro de óleo: toda troca de óleo.
-Filtro de ar condicionado: a cada 6 meses.
-Correia do alternador: a cada 30.000 kms.
-Correia dentada: a cada 50.000 kms.
-Fluido de freio: a cada 30.000 kms.
-Alinhamento de direção: a cada 6 meses.
-Rodizio de pneus: a cada 10.000 kms.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Origem do Combustível. Petróleo.

Surgimento do petróleo

Há inúmeras teorias sobre o surgimento do petróleo, porém, a mais aceita é que ele surgiu através de restos orgânicos de animais e vegetais depositados no fundo de lagos e mares sofrendo transformações químicas ao longo de milhares de anos. Substância inflamável possui estado físico oleoso e com densidade menor do que a água. Sua composição química é a combinação de moléculas de carbono e hidrogênio (hidrocarbonetos).

Uso e derivados

Além de gerar a gasolina, que serve de combustível para grande parte dos automóveis que circulam no mundo, vários produtos são derivados do petróleo como, por exemplo, a parafina, gás natural, GLP, produtos asfálticos, nafta petroquímica, querosene, solventes, óleos combustíveis, óleos lubrificantes, óleo diesel e combustível de aviação.

Primeiro poço da história

O primeiro poço de petróleo foi descoberto nos Estados Unidos – Pensilvânia – no ano de 1859. Ele foi encontrado em uma região de pequena profundidade (21m). Ao contrário das escavações de hoje, que ultrapassam os 6.000 metros. O maior produtor e consumidor mundial são os Estados Unidos; por esta razão, necessitam importar cada vez mais.

Maiores países produtores de petróleo

Os países que possuem maior número de poços de petróleo estão localizados no Oriente Médio, e, por sua vez, são os maiores exportadores mundiais. Os Estados Unidos da América, Rússia, Irã, Arábia Saudita, Venezuela, Kuwait, Líbia, Iraque, Nigéria e Canadá, são considerados um dos maiores produtores mundiais.

Petróleo no Brasil

No Brasil, a primeira sondagem foi realizada em São Paulo, entre 1892-1896, por Eugênio Ferreira de Camargo, quando ele fez a primeira perfuração na profundidade de 488 metros; contudo, o poço jorrou somente água sulfurosa. Foi somente no ano de 1939 que foi descoberto o óleo de Lobato na Bahia.

A Petrobras foi criada, em 1954, com o objetivo de monopolizar a exploração do petróleo no Brasil. A partir daí muitos poços foram perfurados. Atualmente, a Petrobras está entre as maiores empresas petrolíferas do mundo.

O petróleo é uma das principais commodities minerais produzidas pelo Brasil.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Conheça os Combustíveis: Biodiesel

 O que é Biodiesel?

O biodiesel é um combustível para ser utilizado nos carros ou caminhões, feito a partir das plantas (óleos vegetais) ou de animais (gordura animal).

Atualmente o biodiesel vendido nos postos pelo Brasil possui 5% de biodiesel e 95% de diesel (B5). O biodiesel só pode ser usado em motores a diesel, portanto este combustível é um substituto do diesel.

Para se produzir biodiesel, o óleo retirado das plantas é misturado com álcool (ou metanol) e depois estimulado por um catalisador. O catalisador é um produto usado para provocar uma reação química entre o óleo e o álcool. Depois o óleo é separado da glicerina (usada na fabricação de sabonetes) e filtrado.

Existem muitas espécies vegetais no Brasil que podem ser usadas na produção do biodiesel, como o óleo de girassol, de amendoim, de mamona, de soja, entre outros.

Para que você entenda melhor esse processo, veja como funciona:
As mistura entre o biodiesel e o diesel mineral é conhecida pela letra B, mais o número que corresponde a quantidade de biodiesel na mistura. Por exemplo, se uma mistura tem 5% de biodiesel, é chamada B5, se tem 20% de biodiesel, é B20.

A utilização do biodiesel puro ainda está sendo testada, se for usado só biodiesel (100%) sem misturar com o diesel mineral, vai se chamar B100.

Definição Geral:

Combustível natural usado em motores diesel, produzido através de fontes renováveis, que atende as especificações da ANP.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Conheça os Combustíveis: Etanol


O etanol (ou álcool etílico) é produzido em usinas a partir de matérias-primas como cana-de-açúcar, milho ou beterraba. Ele é um biocombustível, ou seja, um combustível renovável, que não precisa de materiais de origem fóssil, como o petróleo. Em todo o mundo, os biocombustíveis sempre ficaram em segundo plano devido à facilidade de extração do petróleo e devido à sua abundância. O problema é que a queima de combustíveis fósseis contribui para o aquecimento global. E, como também já há sinais de escassez de petróleo, o etanol começou a ganhar mais atenção. Porém, nem todo biocombustível é uma alternativa tão limpa assim para o planeta. Por causa da complexidade de sua fabricação, o etanol pode, dependendo da matéria-prima, até gerar mais emissão de gases poluentes. Isso sem falar no risco de maiores desmatamentos para ampliar as plantações. Nesse ponto, o etanol brasileiro, feito da cana-de-açúcar, leva vantagem. Ele é mais produtivo que o extraído do milho, por exemplo, e provoca um impacto ambiental menor. Enquanto um hectare de milho rende 3 mil litros de etanol, a mesma área plantada com cana gera 7 500 litros!

 VERSÃO BRASILEIRA

 Usinas nacionais extraem dois tipos de álcool da cana-de-açúcar

 1- A maior matéria-prima do etanol brasileiro é a cana-de-açúcar. Ela chega às usinas em caminhões e é descarregada em esteiras rolantes. A primeira etapa da produção é a lavagem da cana, que recebe um banho de água que retira terra, areia e outras impurezas

 2- Após ser lavada, a cana é picada em pequenos pedaços para facilitar a moagem. Aqui ela passa também por baixo de um eletroímã, que se encarrega de retirar materiais ferrosos e outros componentes metálicos que possam danificar as máquinas

 3- O passo seguinte é a moagem, em que a cana é esmagada por rolos trituradores. Após a moagem, 70% da cana vira caldo, no qual está o açúcar de onde se extrai o etanol. Os 30% restantes são de bagaço - que pode ser queimado e gerar energia para a usina

 4- O caldo aqui ainda tem até 1% de impurezas sólidas, como areia, argila e pedacinhos de bagaço. Por isso ele é peneirado e segue para descansar em um tanque, onde, aos poucos, as impurezas se depositam no fundo - formando um lodo que serve como adubo

 5- Quando bem limpo, o caldo passa a ser chamado de caldo clarificado. Ele é aquecido para ser esterilizado e ficar livre das últimas impurezas. Depois é levado para as dornas, grandes tanques onde é misturado com um fermento específico

 6- O tal fermento tem microorganismos que se alimentam do açúcar do caldo, liberando em seguida gás carbônico e álcool. Essa etapa da fermentação dura de 4 a 12 horas, gerando um produto que se chama vinho fermentado

 7- As reações químicas provocadas pelo fermento também liberam energia, o que esquenta o vinho fermentado. Ele, então, precisa ser resfriado com água corrente - que circula em volta dos tanques sem entrar em contato direto com o vinho

 8- O vinho fermentado contém só 10% de álcool - o resto é basicamente água. Por isso, ele precisa ir para a destilação. Em diversos tanques, o vinho é aquecido até evaporar; depois é condensado e volta à forma líquida, mas com seus diversos componentes separados

 9- Da destilação sai o álcool hidratado, líquido com 96% de álcool. É ele que será vendido nos postos. Parte dele, porém, ainda passa por um processo de desidratação, virando álcool anidro (mais de 99,5% de álcool), que é misturado à gasolina como aditivo

 10- Os dois tipos de etanol produzidos, o hidratado e o anidro, são armazenados em tanques de grande volume. Lá, aguardam até serem retirados por caminhões-tanque, que levam o etanol para as distribuidoras comercializarem o produto com os postos

terça-feira, 10 de maio de 2011

Conheça os Combustíveis: Diesel

  O que é Óleo Diesel


O Óleo Diesel é um combustível derivado do petróleo sendo constituído basicamente por hidrocabonetos ( compostos orgânicos que contém átomos de carbono e hidrogênio ). Alguns compostos presentes no diesel, além de apresentar carbono e hidrogênio apresentam também enxofre e nitrogênio. Normalmente, o diesel é um combustível mais “pesado” do que a gasolina e apresenta-se com cadeia carbônica de 6 a 30 átomos.

Da composição do óleo diesel participam hidrocarbonetos parafínicos, oleofínicos e aromáticos. Produzido a partir da refinação do petróleo, o óleo diesel é formulado através da mistura de diversas correntes como gasóleos, nafta pesada, diesel leve e diesel pesado, provenientes das diversas etapas de processamento do petróleo bruto. As proporções destes componentes no óleo diesel são aquelas que permitem enquadrar o produto final dentro das especificações previamente definidas e que são necessárias para permitir um bom desempenho do produto, minimizando o desgaste dos motores e componentes e mantendo a emissão de poluentes, gerados na queima desse combustível, em níveis aceitáveis.

Tipos de Óleo Diesel 
 
Conforme determinação do DNC, a PETROBRAS coloca à disposição do mercado três tipos de Óleo Diesel, a saber:
Tipo A – É o óleo diesel utilizado em motores de ciclo diesel ( ônibus, caminhões, carretas, veículos utilitários, etc. ) e em instalações de aquecimento de pequeno porte. Este óleo encontra-se disponível em todas as regiões do Brasil e caracteriza-se por possuir um teor de enxofre de, no máximo, 1,0%.

Tipo B – É o óleo diesel conhecido como “metropolitano”. Tem a mesma aplicação do diesel tipo A diferindo dele por possuir, no máximo, 0,5% de enxofre e por somente ser comercializado, atualmente, para uso nas regiões metropolitanas das seguintes capitais: Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza.

Tipo C – Este tipo de óleo diesel caracteriza-se, principalmente, por possuir, no máximo, 0,3% de enxofre. Outro item que diferencia este tipo de diesel dos demais é a temperatura necessária para destilação de 85% do seu volume: 360ºC contra 370ºC dos demais tipos. Este óleo está disponível desde primeiro deoutubro de 1996, quando foi disponibilizado, pela PETROBRAS para uso nas regiões metropolitanas de Salvador, São Paulo, Aracaju, Santos e Cubatão. A partir de outubro de 1997, este tipo de diesel estará disponível para uso nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém, Campinas e são José dos Campos.

Tipo D – É o óleo diesel marítimo. É produzido especialmente para a utilização em motores de embarcações marítimas. Difere do diesel Tipo A por ter especificado o seu ponto de fulgor em, no máximo, 60ºC.

Óleo Diesel Aditivo
 
Parte do óleo diesel (normalmente diesel dos tipos A ou B), após sair da refinaria, recebe, nas distribuidoras, uma aditivação que visa conferir ao produto melhores características de desempenho. Normalmente esses aditivos apresentam propriedades desemulsificante, anti-espuma, detergente, dispersante e de inibidor de corrosão.
Com essas características pretende-se evitar que o diesel forme emulsão com a água, dificultando sua separação do produto e impedindo a sua drenagem. Pretende-se, também, permitir o rápido e completo enchimento dos tanques dos veículos (o que antes era prejudicado pela geração de espuma), manter limpos o sistema de combustível e a câmara de combustão, aumentando a vida útil do motor, minimizando a emissão de poluentes e otimizando o rendimento do combustível.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Gasolina comum ou aditivada ?

Comum ou aditivada?

 Hoje existem pelo menos dois tipos de gasolina, a comum e a aditivada. A primeira tem composição igual para todas as bandeiras. No caso da aditivada, cada empresa faz a própria composição.
Diferente do que muitas pessoas pensam o aditivo não aumenta a potência da gasolina.
 A Gasolina comum ao passar pelas partes do motor do carro (nas válvulas e no pistão) deixa resíduos, sujeiras que são uma espécie de goma. 
Com o passar do tempo, o acúmulo desta goma, dificulta a mistura da gasolina com o ar, que provoca a queima e gera energia para o motor funcionar. Diminuindo, assim, a eficiência do carro. 
A grande diferença da gasolina aditivada para a gasolina comum, é que a aditivada possui uma espécie de detergente. Este detergente (aditivo) ao passar pelo motor dissolve a goma, evitando o acúmulo de mais resíduos, assim a sujeira vai junto com o combustível e também é queimada. 
Vantagens da gasolina aditivada
 A gasolina aditivada oferece para veículos novos e seminovos: 
1 – Controlar e reduzir depósitos de impurezas nas válvulas de admissão;
 2 – Manter limpos os bicos injetores, reduzindo a formação de goma e conseqüentemente as emissões de monóxido de carbono e de hidrocarbonetos;
 3 – Reduz a queda do desempenho do motor;
 4 – Elimina os efeitos da alta acidez do amido;
 5 – Permite melhor lubrificação das partes altas do motor;
 6 -  É compatível com os catalisadores.

Cuidado ao usar gasolina aditivada em carros com motor carburado
 Se por um lado a gasolina aditivada é boa, por outro, quando empregada em veículos mais velhos e que ainda têm carburadores, ela não ajuda a dissolver a carbonização, como muitos pensam. Mas ela pode ajudar a reduzir bastante o depósito de impurezas nas válvulas. O melhor a fazer, segundo a maioria dos mecânicos, é ser fiel a uma determinada marca de aditivada, já que as fórmulas mudam de empresa para empresa.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Conheça os combustíveis: Gasolina.

O QUE É A GASOLINA.

Gasolina é essencialmente um produto de petróleo cru. É produzida pelo processo de destilação.
Por mais estranho que possa parecer, este fluido incolor é uma mistura de numerosos compostos de ingredientes do carbono e do hidrogênio, o gás levíssimo de que são cheios os reservatórios de alguns balões para grandes altitudes. Quando devidamente queimado, o carbono forma gás de ácido carbônico (gás d’água) e o hidrogênio queima transformando-se em água, o que se pode verificar algumas vezes no inverno com o vapor condensado quando expelido pela descarga. Existem muitas outras substâncias que contêm somente carbono e hidrogênio, que não são gasolina, e que não dão bom combustível para motores. Por exemplo as ampolas artificiais de camphora.
É consagrado na mecânica que só compostos como o carbono-hidrogênio derivados do petróleo possuem as características de combustão rápida, limpa e simples, tão necessários ao bom funcionamento dos motores de automóvel. O petróleo cru é a única fonte de onde se pode extrair em quantidades, comercialmente falando, estes compostos.
A gasolina não é uma substância que se possa caracterizar por limites definidos na física ou na química, como se usam para descrever a água ou açúcar, porque ela é uma mistura volátil de hidro-carbono usada principalmente como combustível para motores. Estas misturas (compostas de hidrogênio e carbono) são extraordinariamente complexas. São muitas as possibilidades de variações em suas propriedades físicas ou químicas. As propriedades principais e consideradas geralmente de importância são:
Volatilidade (ou facilidade de evaporação);
Pureza (isto é, isenta de água, de depósitos, ácido e enxofre e de outras substâncias que não sejam hidro-carbonos);
Poder calorífero (O calor que desprende quando queima);
Refinação (Isto é, isenta de qualquer partícula de petróleo cru que deve ser eliminada pelos bons processos de refinar.
Peso (Não deve ser considerado como essencial, pois as provas são de resultado enganador)