quarta-feira, 29 de junho de 2011

Evite deixar o combustível na reserva!

Algumas pessoas tem aquele velho habito de deixar o combustível na reserva. Algumas por motivos financeiros, outras por esquecimento ou preguiça de ir ao posto mais próximo. Mas será que é prejudicial andar com o tanque na reserva? Vamos ver algumas respostas mais abaixo.
Ao andar com o tanque na reserva, os riscos de problemas futuros são grandes. Começando pela sujeira que fica acumulada no fundo do tanque de combustível e é levada pelos dutos de combustível até a bomba. Até ai, o prejuízo só está começando a aparecer, pois com o tempo, a bomba de combustível poderá travar. Apesar de ser previsto no projeto original do veiculo, a bomba de gasolina tem a sua refrigeração com o próprio combustível que passa por ela, logo, se a quantidade é diminuída, temos o risco da queima da bomba.
Depois disso, temos o filtro de combustível, onde haverá a necessidade de troca maior que o habitual. Ainda tem os bicos injetores, que ficaram encrustados com a sujeira trazida do tanque de combustível na reserva, ocasionando as falhas e a perda de potência do motor. Ai vem os gastos com limpeza dos bicos injetores, o que já não é tão barato. Nos casos de carros com carburador, pode ocorrer o entupimento das agulhas, dificultando a passagem de combustível. Com isso, ocorre a queima irregular e a carbonização das partes do motor, onde é necessário também a descarbonização dessas partes.
Voltando para o tanque de combustível, também podemos citar a corrosão de partes do tanque onde não há contato com o combustível. Algumas pessoas citam a evaporação do combustível, que pode ocorrer em maior quantidade quanto o tanque esta na reserva. Isso pode acontecer somente em alguns casos, mais precisamente em carros antigos, pois em modelos novos, o canister tem a função de levar esses gases de evaporação direto para o motor, assim evitando o desperdício de combustível.
Segundo especialistas e fabricantes, o ideal é andar com o tanque em até um quarto. Assim você evita todos esse problemas, alem de não ficar parado em qualquer lugar sem combustível. Por fim, andar com o tanque na reserva pode sim ser muito prejudicial para o seu carro e para o seu bolso. Tente adquirir o habito de não deixar o nível do combustível chegar na reserva. Uma boa dica é se educar no ponto de que quando chegar próximo à um quarto (1/4), correr para o posto e abastecer, independente de completar o tanque ou não.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Rodas de Liga Leve.


Rodas de liga leve não são apenas um opcional na hora de comprar o seu carro. Normalmente carros que são equipados com este item são mais caros que os equipados com rodas de ferro (aço), mas não é explicado ao comprador o por quê deste custo maior e o que este tipo de roda traz como benefício.

O material utilizado nas rodas de liga leve é uma mistura de alguns compostos como o alumínio que garante um menor peso, silício e ferro que as tornam mais resistentes e mais uma série de metais que pode variar conforme o fabricante. Elas são construídas utilizando o método de fundição onde o metal derretido é colocado em formas com o formato final da roda. Isto faz com que as rodas de liga leve tenham uma aparência muito superior em detrimento às rodas de ferro que são feitas com chapas de aço e normalmente todas têm a mesma cara feia.

Por serem constituídas principalmente de alumínio, as rodas de liga leve são muito mais leves que as rodas de ferro e menor peso significa menos consumo de combustível além de forçar menos o sistema de amortecimento e suspensão garantindo maior durabilidade dos componentes.

Outro aspecto interessante das rodas de liga leve se dá através de uma característica peculiar ao material de que são compostas basicamente: o alumínio que conduz melhor o calor não acumulando e esquentando discos e lonas ajudando na preservação do sistema de freio, diminuindo a temperatura do conjunto nas frenagens.

Hoje há muitas empresas que produzem milhares de rodas de liga leve por dia como é o caso da Binno, Mangels, Rodão, TSW e Vaska principais fabricantes que atuam no mercado de rodas. A oferta é incrível, hoje é possível encontrar rodas em diversos formatos e tamanhos e há, inclusive, opções de lojas que vendem pela internet e entregam as rodas em sua casa.

Fonte:Carangas

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Super-Rua!


Não é uma rua e nem uma avenida; não é uma via expressa e nem tampouco uma rodovia.

Seus criadores a chamam simplesmente de "super rua".

E, segundo os primeiros testes, as super ruas diminuem significativamente o tempo gasto em cada trajeto e levam "a uma drástica redução nas colisões entre automóveis e ferimentos em acidentes."

Tempo de viagem e acidentes"O estudo mostrou uma redução de 20 por cento no tempo total de viagem em relação aos cruzamentos similares que usam os modelos de tráfego convencional," afirma Dr. Joe Hummer, da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Hummer e seus colegas fizeram a primeira avaliação real deste modelo de tráfego, projetado para atender às necessidades de vias interligação, que normalmente interligam rodovias ou vias expressas de grande tráfego.

Os testes mostraram uma redução de 46% nas colisões de automóveis. E os acidentes que ocorreram tiveram 63% menos feridos do que os acidentes em vias similares com desenho tradicional.

O que são super ruas
Super ruas são vias locais ou de interligação, e não vias expressas.

São vias onde as conversões à esquerda das ruas laterais são redirecionadas, assim como o tráfego das ruas que precisam cruzar a super rua.

Nos dois casos, os motoristas são primeiro obrigados a fazer uma curva à direita e então fazer um retorno em U.

Embora isso possa parecer mais demorado, o estudo mostrou que o resultado prático é uma significativa economia de tempo no trajeto, uma vez que os motoristas não ficam mais parados esperando para virar à esquerda, ou parados no cruzamento, esperando para entrar na via.

Curiosidade interessanteO conceito de super rua não é novo, mas tem permanecido como uma curiosidade, com poucos trabalhos de aferição cuidadosa de suas vantagens ou desvantagens em relação ao sistema tradicional de tráfego.

Segundo Hummer, este foi o maior estudo já feito, envolvendo 16 super ruas implantadas no estado da Carolina do Norte. Os resultados levam em conta tanto super ruas dotadas de semáforos quanto super ruas com fluxo totalmente livre.

Fonte:Inovacaotecnologica

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ignição a laser vai substituir velas nos motores de carros

Há mais de 150 anos, as conservadoras velas de ignição têm sido as responsáveis pela queima do combustível nos motores de combustão interna, que equipam carros, motos, barcos e uma infinidade de aplicações estacionárias.

Mas parece que finalmente as montadoras estão próximas de viabilizar a substituição das velas de ignição pela ignição a laser, o que permitirá uma queima do combustível mais limpa e mais eficiente e, portanto, veículos mais econômicos.

Ignição a laser

A ideia de substituir a vela por raios laser não é nova. Mas lasers potentes o suficiente para inflamar a mistura ar-combustível de um motor eram grandes demais para caber sob o capô de um automóvel.

A tecnologia requer o uso de lasers pulsados com altas energias. Como acontece com a vela, uma grande quantidade de energia é necessária para produzir a ignição do combustível.

"No passado, lasers que poderiam atender a esses requisitos eram limitados à pesquisa básica, porque eram grandes, ineficientes e instáveis", explica Takunori Taira, do Instituto Nacional de Ciências Naturais, no Japão. "Também não podiam ser localizados longe do motor, porque seus raios poderosos destruiriam quaisquer fibras ópticas que levassem a luz até os cilindros".

Em 2009, engenheiros norte-americanos conseguiram construir uma vela de ignição a laser que funciona em motores a gás, mas o dispositivo ainda não está em fase de desenvolvimento.

Agora, a equipe de Taira desenvolveu um laser de cerâmica que é potente e robusto o suficiente para funcionar próximo ao motor dos carros. O uso da cerâmica também torna o dispositivo barato.

Laser cerâmico

Os lasers prometem menos poluição e maior eficiência de combustível - mas fabricar lasers potentes e pequenos vinha se mostrando uma tarefa difícil até agora.

Para disparar a combustão, o laser deve focalizar a luz com uma potência de cerca de 100 gigawatts por centímetro quadrado, com pulsos curtos de não mais do que 10 milijoules cada um.

A equipe de Taira superou este problema criando lasers de pós cerâmicos.

A equipe aquece o pó até fundi-lo em sólidos opticamente transparentes. incorporando íons metálicos para ajustar suas propriedades.

As cerâmicas são mais fáceis de se ajustar opticamente do que os cristais convencionais. Elas também são muito mais fortes, mais duráveis e termicamente condutoras - isto é importante para que dissipem o calor do motor sem trincar e quebrar.

Laser automotivo

A equipe de Taira construiu seu laser usando dois segmentos de uma liga de ítrio- alumínio-gálio, um deles dopado com neodímio e o outro com cromo.

As duas seções foram coladas para formar um potente laser cerâmico com apenas 9 milímetros de diâmetro e 11 milímetros de comprimento.

O dispositivo gera dois feixes de laser que podem queimar o combustível em dois locais distintos no interior do cilindro ao mesmo tempo. Isso produz uma parede de chamas que cresce mais rápido e mais uniformemente do que uma gerada por um único laser.

O laser não é forte o suficiente para incendiar uma mistura de combustível mais pobre com um único pulso, o que é feito usando vários pulsos de 800 picossegundos cada um, o que injeta no cilindro energia suficiente para inflamar completamente a mistura.

Um motor de automóvel comum exige uma frequência de pulsos de 60 Hz. Os pesquisadores japoneses já testaram seu laser cerâmico automotivo a até 100 Hz.

A equipe também está trabalhando em uma versão de três feixes de laser, que permitirá uma combustão ainda mais rápida e mais uniforme.

Ilustração mostrando a "vela de ignição a laser" (acima) ao lado de uma vela de ignição comum (abaixo). Os cientistas ainda estão desenvolvendo uma vela capaz de emitir três feixes de laser. [Imagem: BBC]

Motores mais limpos

Segundo Taira, as velas de ignição convencionais representam uma barreira para melhorar a economia de combustível e reduzir as emissões de óxidos de nitrogênio (NOx), um dos componentes mais danosos da emissão veicular.

As velas de ignição usam altas tensões para gerar faíscas elétricas através de uma abertura entre dois eletrodos de metal. A faísca incendeia a mistura ar-combustível no cilindro do motor, produzindo uma explosão controlada, que força o pistão para baixo, até o fundo do cilindro, gerando a potência necessária para movimentar o veículo.

A redução na emissão dos NOx exige o uso de uma mistura ar-combustível mais pobre - mais ar do que combustível. Isso, contudo, exige tensões ainda mais elevadas nas velas de ignição, o que destrói o metal de que são feitas.

Por outro lado, os lasers, que queimam a mistura ar-combustível com energia óptica concentrada, não têm eletrodos. Por isso eles não se desgastam com a elevação da tensão necessária para viabilizar os motores mais limpos.

Motores mais eficientes

Os lasers também melhoram a eficiência dos motores.

As velas de ignição ficam posicionadas acima do cilindro, e apenas inflamam a mistura ar-combustível próxima a elas. O metal relativamente frio dos eletrodos e as paredes do cilindro absorvem o calor da explosão, atenuando a difusão da chama tão logo ela começa a se expandir.

Já os lasers podem concentrar os seus raios diretamente no centro da mistura. Sem atenuação, a frente da chama se expande mais simetricamente e com uma velocidade até três vezes maior do que a velocidade da chama produzida por velas.

Igualmente importante, salienta o pesquisador, os lasers injetam sua energia em questão de nanossegundos, contra os milissegundos das velas de ignição.

"O timing, a velocidade da combustão, é muito importante. Quanto mais precisa a temporização, mais eficiente será a combustão e maior será a economia de combustível," diz ele.

Engenheiros do MIT, nos Estados Unidos, estão perseguindo uma ideia ainda mais radical: um motor sem velas de ignição.

Fonte:InovacaoTecnologica

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Fique longe dos fungos e das bactérias!

Dirija com Saúde ! Higienize o Ar Condicionado de seu carro. Você sabia que o sistema de Ar Condicionado do seu carro contém diversos tipos de microorganismos ? E que esses microorganismos fazem mau à sua saúde ?

Você não sabe mas o sistema de Ar Condicionado do seu carro pode estar contaminado por indesejáveis microorganismos. Fungos, bactérias e ácaros podem ser os grandes vilões de um sistema de Ar Condicionado.
Isso porque a redução drástica da captação do ar externo provoca o aumento da concentração de poluentes biológicos no ar interno, fazendo com que a taxa de renovação seja insuficiente. Com isso, existe o risco de virusconcentração dessas formas de vida nos dutos de ar condicionado, sistema que se encontra sempre úmido, o que favorece a proliferação desses agentes, e compromete a qualidade de vida das pessoas, principalmente as que são mais vulneráveis à contaminação, como aquelas que têm problemas respiratórios como a rinite alérgica.

Esses microorganismos podem causar desde o famoso mau-cheiro até doenças respiratórias, podendo causar a morte. Em 1998, o então ministro das comunicações, Sérgio Motta, foi vítima de uma pneumonia rara, causada por um tipo de bactéria, a Legionella sp., que pode ser encontrada em sistemas de refrigeração de ar condicionado sem manutenção. ( esse exemplo citado é de sistema residencial, comercial, mas a causa do problema é a mesma em um veículo automotor ).

Por que o Ar Condicionado do meu carro esta contaminado com esses microorganismos ?


Porque todas as impurezas contidas no Ar que respiramos se acumulam no sistema de Ar Condicionado. Entre as Impurezas se encontram, poeira, poluição, insetos mortos … Saiba que o sistema de Ar Condicionado é um sistema fechado que acumula toda essa sujeira citada acima em pequenos orifícios e canaletas, saiba também que o sistema é úmido, portanto sendo o ambiente ideal para a proliferação desses microorganismos.

Como evitar que esses microorganismos infestem meu veículo?
 A única forma de evitar esse problema é fazer corretamente a manutenção preventiva de todo o sistema, seria o serviço de  Higienização do sistema de Ar Condicionado e a troca do Filtro de Pólen ( filtro de cabine ), este processo deve ser feito a cada três anos.
Não corra riscos, higienize seu sistema de ar condicionado e fique longe de doenças.

Fonte:FbFauto

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Salão de Buenos Aires e suas Novidades para o Brasil.



O Salão de Buenos Aires, que abre suas portas no dia 17 de junho, acontece na Argentina, mas interessa também ao Brasil. E muito. É para a mostra portenha que a Ford guardou o lançamento da nova geração da Ranger. A picape, praticamente a mesma desde 1996, ficou maior para brigar de igual para igual com Toyota Hilux e Nissan Frontier.

A rival Chevrolet S10 ainda não foi lançada de forma definitiva, mas já aparece como o conceito Colorado. A marca da gravata dourada ainda traz o sedã do Agile, o Cobalt, que deve perder o sobrenome Concept no ano que vem para chegar ao mercado brasileiro.

O Salão de Buenos Aires também atraiu a Fiat, que mostra pela primeira vez o 500 feito no México, que será lançado para o Brasil somente em agosto. O pequeno virá com motor 1.4 flex e 1.4 16V Multair a gasolina.

Outro lançamento é do brasileiro Renault Duster. Fabricado no Paraná e já com alguamas informações reveladas pela Renault, o SUV aparece ao público pela primeira vez em Buenos Aires. É a primeira vez que se tem a oportunidade de conhecer o interior do Duster nacional, próximo ao do novo Sandero.

Ainda na linha off-road, a Volkswagen mostra a CrossSuran, versão com apelo aventureiro da Suran, aqui no Brasil chamada de SpaceFox. A perua ainda não tem nome definido para o nosso mercado, mas segue linha visual do CrossFox com grandes faróis de neblina integrados aos de milha e adereços plásticos por toda a carroceria.
De baixo para cima: Ford Ranger, Chevrolet Colorado, Renault Duster e Chevrolet Cobalt.
Fonte:Icarros

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Cuidado! Abasteça com segurança!

De repente, o ponteiro do tanque de combustível começa a descer mais rápido que o normal e o carro não parecer ter o mesmo desempenho. Cuidado, isso pode significar que o abastecimento foi feito com gasolina adulterada. O termo é usado para classificar o combustível fora do padrão de venda, determinado por lei. Além de notar problemas mecânicos, o motorista sente a diferença também no bolso, afinal, pagou por um produto de qualidade e foi enganado. Entender o caminho que o combustível faz até chegar ao posto pode esclarecer os motivos da prática de adulteração.
Para começar, distribuidoras credenciadas compram na refinaria a gasolina pura, denominada tipo A, e são responsáveis por adicionar 25% de álcool anidro antes de repassar para a revenda. A gasolina disponível da bomba de combustível é a tipo C, composta por 75% de gasolina e 25% de álcool anidro.

A adulteração, portanto, pode ser a adição de maior porcentagem de álcool do que a permitida. Como o álcool sempre foi mais barato que a gasolina, o lucro da revenda será maior. O presidente da Sulpetro do Rio Grande do Sul, Adão Oliveira, garante que a prática tem interesse exclusivamente financeiro. “Aumentar a porcentagem de álcool é aumentar o ganho com a venda. Com isso, o posto honesto não consegue acompanhar a concorrência”, comenta.Segundo Oliveira, no centro do país é possível encontrar gasolina adulterada com até 40% de álcool. Outro elemento usado para alterar a composição é o solvente de borracha. Mesmo mais caro que o álcool, ainda é mais barato que a gasolina e também reduz o preço inicial do combustível que acaba sendo vendido pelo preço geral dos postos.

As adulterações em geral são prejudiciais ao motor do carro. O solvente, por exemplo, pode ressecar as peças de borracha. Já o álcool não traz danos tão visíveis, influenciando mais no consumo de combustível. “O veículo ‘puxa’ menos gasolina para o motor e gasta mais, fazendo o carro sentir no desempenho. Carros importados, que não têm motor flex, perdem muito com a gasolina adulterada”, diz Oliveira.
Os chamados carros flex, cujos motores funcionam tanto com álcool quanto com gasolina, não sofrem com problemas mecânicos. Nesse caso, a perda para o motorista é financeira, já que paga por um produto de qualidade quando, na verdade, abastece o carro com combustível adulterado.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes lembra ainda dos riscos para a saúde dos motoristas, dos frentistas e das pessoas em geral. O combustível adulterado produz mais resíduos, mais poluição, e alguns desses produtos clandestinos são até mesmo agentes cancerígenos.
A sonegação de impostos também é uma preocupação do setor. De acordo com Oliveira, o ICMS está fixado em 25% do produto, o que significaria, em média, R$ 0,58/litro de álcool e R$ 0,67/litro de gasolina. “Se há a sonegação, o revendedor ganha mais dinheiro e se torna um concorrente desleal, com preços abaixo do mercado”, explica.

O Sindicato dos Postos de Combustível do Rio Grande do Sul tem 2600 postos cadastrados. Para o cliente, é difícil de identificar se a gasolina está mesmo adulterada. A determinação é de que o revendedor compre o combustível de distribuidoras fixas e faça o teste do produto, com o material cedido pela Sulpetro, antes de descarregar para os reservatórios. Caso o local aceite combustível alterado, assume as responsabilidades pela distribuição.

A fim de evitar a irregularidade, a fiscalização é constante. O trabalho evita que o percentual de postos contrários à regra cresça e se aproxime do número do centro do país. O Comitê Sulbrasileiro do Controle de Qualidade também auxilia junto aos estabelecimentos.
A recomendação de Oliveira para o motorista é de abastecer sempre em postos de confiança. “Estabelecimentos menores, chamados de bandeira branca, também merecem crédito. Muitas vezes, os postos grandes é que visam mais lucro e vendem produto irregular”, comenta. Outra dica é não se iludir com preços muito abaixo da tabela, observando a média cobrada em outros postos da região.

Abasteça com Segurança, Abasteça na Rede Digos de Postos!

Fonte:Revsita.PenseCarros

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Qual é a Melhor Posição para Dirigir?

Em qualquer aula de autoescola, você aprende que a primeira coisa a fazer ao entrar no carro é ajustar banco e espelhos. Parece algo simples, não? Mas você sabe regular o assento da forma correta? Sabe qual é a ordem a seguir?
Mais do que o conforto, esse ritual envolve a saúde e a segurança dos ocupantes de veículo. Com o banco bem acertado, o motorista tem a força necessária nos braços para desviar com rapidez de um buraco ou evitar um atropelamento, a garantia de que o cinto de segurança vai funcionar com eficácia numa colisão e uma ajuda a mais na redução do cansaço do corpo, de dores musculares e até de doenças da coluna.
“A posição incorreta do condutor, aliada à vibração do veículo, provoca uma fadiga muscular intensa que pode levar a lesões vertebrais graves”, diz o médico Dirceu Rodrigues Alvez, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).
“O condutor deve encontrar sua zona de conforto, ajustando o assento aos pedais, que são fixos, de forma a alcançá-los sem esforço, e depois ao volante”, afirma o consultor em ergonomia João Bezerra de Meneses. “O correto é não encostar nem a panturrilha nem a parte posterior do joelho no banco.”
É importante lembrar que não existe apenas uma posição ideal. Às vezes você consegue o mesmo efeito com diferentes combinações de ajustes. Aliás, a mudança de postura é necessária durante um longo tempo ao volante, para que área de esforço seja trocada constantemente, sem sobrecarregar determinada parte do corpo. Uma leve mudança na inclinação do encosto pode resolver. Assim como fazer uma pausa de alguns minutos a cada duas ou três horas.
Sempre que houver dúvidas sobre se está tudo no lugar, faça o teste. Sem tirar as costas do banco, verifique se os comandos do painel e a alavanca de câmbio estão à mão e são fáceis de usar, se os instrumentos podem ser visualizados com facilidade e se o cinto de segurança está justo e não causa incômodo. Tudo certo? Então é só dar a partida e seguir viagem.

                                                                             Assento

                                                         

                                                      
Se puder ajustar o assento, não o deixe muito alto, para evitar pressão na a parte de trás dos joelhos. Deve haver pelo menos três dedos de distância, para que nervos e veias não sejam pressionados e não comprometam a circulação, causando dores e cansaço.

                                                                             Encosto
                                                     
A coluna deve ficar totalmente em contato com o encosto. O melhor ângulo é entre 100 e 120 graus. A inclinação excessiva aumenta o risco de deslizar sob o cinto numa colisão. O encosto mais reto deixa os músculos tensos, provocando desconforto.

                                                                        Pernas
                                                        
Para regular a distância do banco em relação ao painel, pressione o acelerador ou a embreagem até o fundo, até que o joelho fique levemente flexionado. Quando em descanso, a planta do pé deve ficar totalmente em contato com o piso.

                                                                             Volante
                                                      
Se houver ajuste de altura ou distância, o volante tem de ser posicionado de maneira que se vejam todos os instrumentos, sem precisar mover a cabeça para ler alguma informação. A direção não deve tocar nas coxas – deixe a distância de cerca de um punho.

                                                                             Mãos

                                                      
Segure o volante com as mãos correspondentes aos ponteiros de um relógio na posição 10h10 ou 9h15. Isso garante a liberdade de movimento para girá-lo com rapidez, no caso de um desvio de emergência.

                                                                            Espelhos

                                                       
O retrovisor interno é o primeiro a ser regulado e tem de visualizar todo o ambiente atrás do carro. Os externos devem manter a linha do horizonte no centro do espelho e mostrar o mínimo possível da carroceria, a fim de reduzir ao máximo os pontos cegos.

                                                                             Cabeça
  
                                                      

Para encontrar a melhor posição do apoio de cabeça, levante-o até que a linha dos olhos fique bem na metade do encosto. Se possível, deixe uma folga de cerca de três dedos do apoio. Em caso de acidente, assim ele absorverá o impacto com maior eficácia.

                                                                               Braços

                                                        
Ajuste o encosto do banco depois da distância do assento. Ao segurar o volante, o cotovelo tem de ficar levemente dobrado (cerca de 120 graus). Para checar, veja se as mãos ficam juntas no alto do volante sem descolar os ombros do banco.

                                                                    Cinto de Segurança
            
                                                        
Posicione a faixa superior do cinto bem no meio do ombro. Assim, numa batida, não há risco de ele enforcar o motorista ou escapar do peito. Puxe a parte inferior para que não fique folgada sob o abdome, tornando-o mais eficaz. Ele deve ficar justo, mas nunca apertado.

Fonte:QuatroRodas

               

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Nova Marca de Automóveis Chega ao Brasil

MG chega ao país com MG550 e MG6, marca investe em 7 anos de garantia.
 
Quem tem mais de 40 anos provavelmente conhece a MG. A tradicional marca inglesa de esportivos fez fama mundial nas décadas de 50 e 60, tanto dentro quanto fora das pistas. Entretanto, os tempos glamourosos findaram em maio de 2000, quando a marca “quebrou” juntamente com a Rover. O destino da MG permaneceu uma incógnita até o fim de 2007, quando a chinesa SAIC finalmente comprou as ações da empresa britânica e colocou-a novamente nos eixos.
Nesta quarta-feira, 8 de junho, a MG Motors chegou de forma oficial ao Brasil pelas mãos do Grupo Forest Trade. Sua primeira concessionária será em São Paulo (SP), mais precisamente na Avenida Europa, tradicional ponto de concentração das marcas de luxo mais desejadas do planeta.

Para tentar se firmar no país, a MG aposta na inédita garantia de sete anos, com revisões realizadas a cada cinco mil quilômetros. A empresa afirma que também se preocupou com o pós-venda, principal motivo de desconfiança do consumidor. O centro de assistência técnica está em fase final de obras na capital paulista e o centro de distribuição de peças está pronto para funcionar, de acordo com a Forest Trade. Existe ainda o MG Insurance, que garante uma apólice de seguro mais barata em parceria com o Banco Alfa.

A rede autorizada também não foi deixada de lado. Segundo Márcio Milani, diretor de marketing da MG, até o fim do ano, a marca pretende contar com 11 a 12 concessionárias. Em 2012, a meta é terminar o ano com 20 a 25 pontos de venda. Depois da primeira loja em São Paulo, a MG deve abrir concessionárias em Curitiba, Brasília, Florianópolis e Belo Horizonte. Ao mesmo tempo, a capital paulista ganhará sua segunda revenda, localizada na Avenida dos Bandeirantes.

Os primeiros modelos a serem vendidos aqui são o MG550 e o MG6. Ambos foram apresentados no último Salão do Automóvel, realizado no fim de 2010. O MG550 é um sedã de luxo com uma generosa lista de equipamentos de série. Fazem parte do pacote ar-condicionado digital com duas zonas de regulagem de temperatura, bancos dianteiros revestidos em couro com regulagens elétricas, teto solar elétrico, sistema multimídia com oito alto-falantes e DVD, GPS, Bluetooth, câmera de ré, persiana traseira e piloto automático, entre outros itens. O preço sugerido é de 94.789 reais.
Ainda é cedo para dizer se a MG terá sucesso em sua empreitada por terras brasileiras. Mesmo assim, a empresa parece apostar todas suas fichas no país, tanto é que cogita até erguer uma fábrica por aqui em 2014.


Fonte:QuatroRodas

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O que você pode fazer pelo seu carro

Como todo equipamento, um carro exige alguns cuidados básicos para ter uma vida mais longa. Se forem bem tratados, os veículos atuais podem rodar por muitos anos sem maiores problemas. Além disso, essas medidas preventivas, além de representar economia e segurança, garantem a valorização de seu patrimônio na hora da revenda. Clique nos itens abaixo e veja algumas dicas para conservar e prologar a aparência e a vida de seu carro.

ALINHAMENTO
Junto com o balanceamento e o rodízio de pneus, o alinhamento é vital para a segurança, conservação e maior economia. Recomenda-se executar esses serviços a cada 10000 quilômetros para evitar o consumo prematuro dos pneus, o desequilíbrio do carro e o desgaste do sistema de suspensão e da direção.

ANTENAS
Ela ainda é um objeto visado por ladrões e vândalos. Se for do tipo telescópico, elétrica ou não, tome o cuidado de sempre recolhê-la antes de deixar o veículo. Se for do tipo rosqueado, retire e guarde dentro do carro em local que não seja visível do lado de fora. O melhor é parar sempre em um estacionamento de confiança.

BANCOS
Mesmo os revestidos de tecido sintético, que são bem mais resistentes, mancham. Vazamentos de produtos químicos, alimentos líquidos ou pastosos e barro encabeçam a lista dos maiores responsáveis pela sujeira. Para uma limpeza profunda, procure uma empresa de confiança para a lavagem. Os de plástico podem ser limpos com um pano úmido. Porém, é importante não deixar que a sujeira, ou a poeira em excesso, se acumule. Bancos revestidos de couro também necessitam de cuidados. Para limpá-los, use um pano umedecido. O couro de boa procedência é impermeável e não encharca, nem fica quebradiço com o tempo. O ideal é hidratar o couro com vaselina líquida a cada seis meses. Retire o pó e aplique a vaselina. Tire o excesso e espere três horas até o couro absorver o produto. Em regiões mais quentes e úmidas, essa manutenção deve ser feita a cada dois meses. Procure estacionar sempre à sombra, pois o sol tende a ressecar o couro, causando rachaduras irrecuperáveis em sua superfície.

CAMBAGEM
É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente

CATALISADOR
É um dispositivo instalado no escapamento com a função de transformar substâncias poluentes em gases menos nocivos à atmosfera. Dependendo da qualidade do combustível utilizado, pode durar 80000 quilômetros. Porém, está sujeito a danos especialmente por estar instalado na parte inferior do veículo. Evite entrar em poças de água profundas e procure desviar de pedras maiores, que podem causar estragos. Catalisador danificado perde a eficiência, já que seus elementos internos, de cerâmica, se desfazem e não conseguem mais transformar os gases. E um novo custa bem caro.

CINTO DE SEGURANÇA
Peça fundamental para a segurança do motorista e dos passageiros e de uso obrigatório por lei. Verifique sempre se os engates e os pontos de fixação da peça estão bem conservados e presos. As tiras devem estar bem costuradas e sem folgas. Os mecanismos também devem ser constantemente lubrificados. A manutenção inclui uma limpeza regular. Um pano umedecido com um detergente suave é indicado para manter as tiras limpas.

EQUIPAMENTOS DE EMERGÊNCIA
Se não tiver estepe, extintor de incêndio e o triângulo de sinalização no carro, você pode ser multado, já que a legislação o obriga a tê-los. Equipamentos como macaco ou chave de roda são de apoio, mas não são obrigatórios. Porém, todos são de extrema utilidade e nunca podem faltar em um veículo. Cuide para que estejam sempre à mão e em plenas condições de uso. Estepe: Deve estar sempre calibrado e balanceado. Se precisar usá-lo e ele estiver murcho, prefira colocá-lo na parte traseira, instalando o pneu bem calibrado na frente. Extintor: Num incêndio, retire o lacre de inviolabilidade, levante a alavanca e aperte o gatilho na direção do fogo. Triângulo: Indica que um carro parado está com problemas. Deve ser colocado a uma distância de, no mínimo, 50 metros do veículo. Macaco: Atenção redobrada às instruções de uso que vêm no manual do proprietário. Macaco mal colocado pode causar acidentes. Chave de roda: A melhor é a do tipo cruzeta, que permite o uso dos pés para ajudar a soltar os parafusos da roda. Há outros itens que podem ser bastante úteis em emergências ou ocasiões imprevistas: luvas de tecido, panos para limpar as mãos e para forrar o chão (no caso de uma troca de pneu) ou os bancos e o porta-malas (quando for transportar algum objeto sujo ou molhado).

ESCAPAMENTO
Com o uso constante, sofre desgaste provocado pelos resíduos corrosivos de combustível e óleo e deve ser trocado sempre que apresentar buracos ou rachaduras, para não comprometer o bom desempenho do motor. Composto por câmaras de expansão, conversores catalíticos e tubos, é o sistema responsável por recolher e eliminar os gases queimados no processo de combustão no motor, bem como pela redução do nível de ruído produzido por seu funcionamento, graças a um silenciador interno. Ele abafa o ruído do escape. Dentro do silenciador, há tubos perfurados e defletores que desviam o fluxo do gás, reduzindo sua velocidade e a pressão. Isso diminui as vibrações e o ruído.

FARÓIS
A maioria dos motoristas não sabe, mas é necessário fazer revisões periódicas dos faróis do carro. As lâmpadas devem ser trocadas a cada dois anos, aproximadamente. Além disso, buracos e depressões nas cidades e estradas fazem com que os faróis percam a regulagem de fábrica em até três meses. Por isso, recomenda-se fazer uma revisão completa a cada noventa dias. Lembre-se: olhos ofuscados por luz alta podem demorar até meio minuto para se recuperar. Quanto maior a velocidade, maiores os riscos de acidentes.

FUSÍVEIS
São simples de trocar porque geralmente a caixa que os contém encontra-se em lugares de fácil acesso. O mais difícil é saber a que setor eles se referem. Por exemplo, se os faróis não acendem, a busca começa pelo quadro de fusíveis. Ele varia de lugar conforme o modelo do veículo. Para identificar a peça danificada, verifique um a um. Os queimados apresentam a fina lâmina interna rompida. Na dúvida, procure a informação no manual do proprietário (sempre uma leitura obrigatória), onde encontrará o esquema das posições de cada peça e seu equivalente. Em carros mais modernos, com eletrônica embarcada, a queima de fusíveis é mais rara. Em todo caso, é bom ter alguns de reserva no carro.

LATARIA
Nos carros atuais, ela já vem bem protegida de fábrica contra ferrugem e outros agentes nocivos ao metal. Também não é difícil conservar a lataria do veículo contra poeira ou barro. Contra acidentes ou vandalismo isso já é bem mais complicado. Riscos, batidas de porta em estacionamentos ou ainda pequenos amassados que aparecem por alguém ter encostado no carro acontecem com freqüência. O mais importante é não deixar o conserto para mais tarde. Isso pode significar prejuízos maiores que os da batida. Pequenos retoques, “martelinho de ouro” e outros recursos são facilmente encontrados em serviços de reparos rápidos para resolver esses problemas. Procure fazer sempre, no mínimo, dois orçamentos antes de ordenar o serviço.

LIMPADOR DE PÁRA-BRISA
É um equipamento de primeira necessidade. Seu bom funcionamento é sinônimo de segurança, em dias de neblina ou chuva. Verifique periodicamente a pressão do braço do limpador, a borracha das palhetas (se ela passa e deixa marcas no vidro, está na hora de trocá-las), bem como o jato do esguicho de água do pára-brisa.

LUZES
O bom funcionamento das luzes é fundamental em um veículo e pode evitar situações de perigo. E não só os faróis. Lanternas, piscas, luzes de freio e de ré, iluminação interna, luzes do painel, bem como a fonte de energia – a bateria –, devem ser constantemente checados para que não haja surpresas. No caso da bateria, observe se os cabos estão oxidados (geralmente há o acúmulo de um pó pastoso esbranquiçado), ou se estão frouxos ou soltos.

PINTURA
A pintura lisa ou sólida é a mais comum (e mais barata) e usa apenas pigmentos de cores. Utiliza-se laca ou esmalte para essa camada. Na pintura metálica, a tinta recebe a chamada carga de efeito, ou seja, laca acrílica e pigmentos de alumínio que deixam a superfície brilhante. A pintura perolizada leva pó de pérola e pigmento de mica (de origem mineral), que tornam as cores mais intensas. Embora a formulação das tintas tenha evoluído consideravelmente nos últimos tempos, tornando a superfície pintada mais resistente ao ataque de produtos químicos, certos cuidados devem ser tomados para mantê-la em ordem. Lave sempre que pegar poeira ou barro, após transitar em estradas de terra ou sob chuva. Não utilize querosene nem solvente. O ideal é usar um detergente bem suave, lavando e enxaguando rapidamente toda a superfície. Não deixe secar ao sol. Encerar e polir com regularidade, no mínimo a cada 90 dias, é importante para conservar a pintura e a boa aparência.

RODAS
Buracos e guias são os seus maiores inimigos. Elas amassam e entortam em choques mais fortes e só uma troca resolve o problema. Rodas em bom estado e pneus com especificação correta, devidamente calibrados, evitam desgastes, melhoram a segurança e economizam combustível. Para cada tipo de veículo, existem rodas com medidas adequadas para não prejudicar seu desempenho. Portanto, não é só a beleza que conta na hora de escolher rodas que não sejam originais de fábrica para seu carro.

TETO SOLAR
Esse equipamento exige um bom funcionamento das borrachas de vedação e lubrificação das articulações. É preciso ler o manual de cada fabricante com atenção, pois só ele contém as informações específicas para que você cuide bem do seu teto, prolongando sua vida útil. Quando o carro já sai de fábrica equipado com ele, não há problemas de desvalorização na hora da revenda. Atenção: o mesmo não acontece se o teto for colocado depois.

VIDROS
Para evitar riscos precoces, nunca ligue o limpador de pára-brisa quando o vidro estiver seco. Ele normalmente acumula poeira, óleo e outras sujeiras. Para lavar os vidros, utilize sempre muita água com detergente suave ou limpa-vidros e uma flanela macia. Não deixe que a sujeira se acumule. Eles devem estar sempre bem limpos para não prejudicar a visibilidade, principalmente, e contribuem com a boa aparência do veículo.

Fonte:Quatrorodas

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Como Cuidar do Radiador e de Todo o Sistema de Arrefecimento de seu Carro.


O motor de qualquer carro precisa se manter em uma boa temperatura de trabalho. Para isso, ele é equipado com um sistema de arrefecimento, que é composto de vários componentes, o principal deles sendo o radiador. O que devemos fazer para cuidar bem desta parte tão importante de nosso carro?

Várias câmaras de passagem de água existem ao redor das partes principais do motor, como a câmara de combustão. A água fria vai até lá, pega parte do calor do motor e volta para o radiador. No radiador, ela é resfriada, pela passagem do ar ali, auxiliada pelo ventilador que fica encostado no mesmo.

Em outros tipos de motores, não existem essas câmaras de ar, e os motores são refriados apenas pelo ar, como é o caso dos motores de Fusca. Como a grande maioria dos carros tem sistema resfriado com água, a manutenção é importante.

O motor tem que trabalhar em uma temperatura adequada, que varia de motor para motor, mas geralmente fica perto dos 90 graus. Uma importante arma para se conseguir isso é o líquido de arrefecimento. Não se deve encher o radiador com água.

Este líquido é uma mistura de água com etilenoglicol, que evita que a água ferva aos 100 graus e evita que ela se congele a zero grau. Até os 128 graus, o líquido de arrefecimento não ferve, fazendo com que a água ao redor do motor continue tirando o seu calor.

Sabia que o líquido do radiador tem que ser retirado a cada 30.000 quilômetros? E na mesma ocasião, é bom fazer uma limpeza completa do sistema, com uma lavagem completa. Jogamos um produto específico na água do radiador, para que a sujeira se solte.

Então, com o carro frio, desligado, soltamos as mangueiras e ligamos o carro. Coloca-se água limpa no reservatório, por cima, e então ela vai empurrando a água suja aos poucos, e com mais força quando o motor esquentar.

Para evitar superaquecimento, também é bom checar rotineiramente os sistemas elétricos envolvidos no resfriamento do motor, como o ventilador e sua fiação e sensores.

Fonte:Noticiasautomotivas.