quarta-feira, 29 de junho de 2011

Evite deixar o combustível na reserva!

Algumas pessoas tem aquele velho habito de deixar o combustível na reserva. Algumas por motivos financeiros, outras por esquecimento ou preguiça de ir ao posto mais próximo. Mas será que é prejudicial andar com o tanque na reserva? Vamos ver algumas respostas mais abaixo.
Ao andar com o tanque na reserva, os riscos de problemas futuros são grandes. Começando pela sujeira que fica acumulada no fundo do tanque de combustível e é levada pelos dutos de combustível até a bomba. Até ai, o prejuízo só está começando a aparecer, pois com o tempo, a bomba de combustível poderá travar. Apesar de ser previsto no projeto original do veiculo, a bomba de gasolina tem a sua refrigeração com o próprio combustível que passa por ela, logo, se a quantidade é diminuída, temos o risco da queima da bomba.
Depois disso, temos o filtro de combustível, onde haverá a necessidade de troca maior que o habitual. Ainda tem os bicos injetores, que ficaram encrustados com a sujeira trazida do tanque de combustível na reserva, ocasionando as falhas e a perda de potência do motor. Ai vem os gastos com limpeza dos bicos injetores, o que já não é tão barato. Nos casos de carros com carburador, pode ocorrer o entupimento das agulhas, dificultando a passagem de combustível. Com isso, ocorre a queima irregular e a carbonização das partes do motor, onde é necessário também a descarbonização dessas partes.
Voltando para o tanque de combustível, também podemos citar a corrosão de partes do tanque onde não há contato com o combustível. Algumas pessoas citam a evaporação do combustível, que pode ocorrer em maior quantidade quanto o tanque esta na reserva. Isso pode acontecer somente em alguns casos, mais precisamente em carros antigos, pois em modelos novos, o canister tem a função de levar esses gases de evaporação direto para o motor, assim evitando o desperdício de combustível.
Segundo especialistas e fabricantes, o ideal é andar com o tanque em até um quarto. Assim você evita todos esse problemas, alem de não ficar parado em qualquer lugar sem combustível. Por fim, andar com o tanque na reserva pode sim ser muito prejudicial para o seu carro e para o seu bolso. Tente adquirir o habito de não deixar o nível do combustível chegar na reserva. Uma boa dica é se educar no ponto de que quando chegar próximo à um quarto (1/4), correr para o posto e abastecer, independente de completar o tanque ou não.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Rodas de Liga Leve.


Rodas de liga leve não são apenas um opcional na hora de comprar o seu carro. Normalmente carros que são equipados com este item são mais caros que os equipados com rodas de ferro (aço), mas não é explicado ao comprador o por quê deste custo maior e o que este tipo de roda traz como benefício.

O material utilizado nas rodas de liga leve é uma mistura de alguns compostos como o alumínio que garante um menor peso, silício e ferro que as tornam mais resistentes e mais uma série de metais que pode variar conforme o fabricante. Elas são construídas utilizando o método de fundição onde o metal derretido é colocado em formas com o formato final da roda. Isto faz com que as rodas de liga leve tenham uma aparência muito superior em detrimento às rodas de ferro que são feitas com chapas de aço e normalmente todas têm a mesma cara feia.

Por serem constituídas principalmente de alumínio, as rodas de liga leve são muito mais leves que as rodas de ferro e menor peso significa menos consumo de combustível além de forçar menos o sistema de amortecimento e suspensão garantindo maior durabilidade dos componentes.

Outro aspecto interessante das rodas de liga leve se dá através de uma característica peculiar ao material de que são compostas basicamente: o alumínio que conduz melhor o calor não acumulando e esquentando discos e lonas ajudando na preservação do sistema de freio, diminuindo a temperatura do conjunto nas frenagens.

Hoje há muitas empresas que produzem milhares de rodas de liga leve por dia como é o caso da Binno, Mangels, Rodão, TSW e Vaska principais fabricantes que atuam no mercado de rodas. A oferta é incrível, hoje é possível encontrar rodas em diversos formatos e tamanhos e há, inclusive, opções de lojas que vendem pela internet e entregam as rodas em sua casa.

Fonte:Carangas

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Super-Rua!


Não é uma rua e nem uma avenida; não é uma via expressa e nem tampouco uma rodovia.

Seus criadores a chamam simplesmente de "super rua".

E, segundo os primeiros testes, as super ruas diminuem significativamente o tempo gasto em cada trajeto e levam "a uma drástica redução nas colisões entre automóveis e ferimentos em acidentes."

Tempo de viagem e acidentes"O estudo mostrou uma redução de 20 por cento no tempo total de viagem em relação aos cruzamentos similares que usam os modelos de tráfego convencional," afirma Dr. Joe Hummer, da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Hummer e seus colegas fizeram a primeira avaliação real deste modelo de tráfego, projetado para atender às necessidades de vias interligação, que normalmente interligam rodovias ou vias expressas de grande tráfego.

Os testes mostraram uma redução de 46% nas colisões de automóveis. E os acidentes que ocorreram tiveram 63% menos feridos do que os acidentes em vias similares com desenho tradicional.

O que são super ruas
Super ruas são vias locais ou de interligação, e não vias expressas.

São vias onde as conversões à esquerda das ruas laterais são redirecionadas, assim como o tráfego das ruas que precisam cruzar a super rua.

Nos dois casos, os motoristas são primeiro obrigados a fazer uma curva à direita e então fazer um retorno em U.

Embora isso possa parecer mais demorado, o estudo mostrou que o resultado prático é uma significativa economia de tempo no trajeto, uma vez que os motoristas não ficam mais parados esperando para virar à esquerda, ou parados no cruzamento, esperando para entrar na via.

Curiosidade interessanteO conceito de super rua não é novo, mas tem permanecido como uma curiosidade, com poucos trabalhos de aferição cuidadosa de suas vantagens ou desvantagens em relação ao sistema tradicional de tráfego.

Segundo Hummer, este foi o maior estudo já feito, envolvendo 16 super ruas implantadas no estado da Carolina do Norte. Os resultados levam em conta tanto super ruas dotadas de semáforos quanto super ruas com fluxo totalmente livre.

Fonte:Inovacaotecnologica

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ignição a laser vai substituir velas nos motores de carros

Há mais de 150 anos, as conservadoras velas de ignição têm sido as responsáveis pela queima do combustível nos motores de combustão interna, que equipam carros, motos, barcos e uma infinidade de aplicações estacionárias.

Mas parece que finalmente as montadoras estão próximas de viabilizar a substituição das velas de ignição pela ignição a laser, o que permitirá uma queima do combustível mais limpa e mais eficiente e, portanto, veículos mais econômicos.

Ignição a laser

A ideia de substituir a vela por raios laser não é nova. Mas lasers potentes o suficiente para inflamar a mistura ar-combustível de um motor eram grandes demais para caber sob o capô de um automóvel.

A tecnologia requer o uso de lasers pulsados com altas energias. Como acontece com a vela, uma grande quantidade de energia é necessária para produzir a ignição do combustível.

"No passado, lasers que poderiam atender a esses requisitos eram limitados à pesquisa básica, porque eram grandes, ineficientes e instáveis", explica Takunori Taira, do Instituto Nacional de Ciências Naturais, no Japão. "Também não podiam ser localizados longe do motor, porque seus raios poderosos destruiriam quaisquer fibras ópticas que levassem a luz até os cilindros".

Em 2009, engenheiros norte-americanos conseguiram construir uma vela de ignição a laser que funciona em motores a gás, mas o dispositivo ainda não está em fase de desenvolvimento.

Agora, a equipe de Taira desenvolveu um laser de cerâmica que é potente e robusto o suficiente para funcionar próximo ao motor dos carros. O uso da cerâmica também torna o dispositivo barato.

Laser cerâmico

Os lasers prometem menos poluição e maior eficiência de combustível - mas fabricar lasers potentes e pequenos vinha se mostrando uma tarefa difícil até agora.

Para disparar a combustão, o laser deve focalizar a luz com uma potência de cerca de 100 gigawatts por centímetro quadrado, com pulsos curtos de não mais do que 10 milijoules cada um.

A equipe de Taira superou este problema criando lasers de pós cerâmicos.

A equipe aquece o pó até fundi-lo em sólidos opticamente transparentes. incorporando íons metálicos para ajustar suas propriedades.

As cerâmicas são mais fáceis de se ajustar opticamente do que os cristais convencionais. Elas também são muito mais fortes, mais duráveis e termicamente condutoras - isto é importante para que dissipem o calor do motor sem trincar e quebrar.

Laser automotivo

A equipe de Taira construiu seu laser usando dois segmentos de uma liga de ítrio- alumínio-gálio, um deles dopado com neodímio e o outro com cromo.

As duas seções foram coladas para formar um potente laser cerâmico com apenas 9 milímetros de diâmetro e 11 milímetros de comprimento.

O dispositivo gera dois feixes de laser que podem queimar o combustível em dois locais distintos no interior do cilindro ao mesmo tempo. Isso produz uma parede de chamas que cresce mais rápido e mais uniformemente do que uma gerada por um único laser.

O laser não é forte o suficiente para incendiar uma mistura de combustível mais pobre com um único pulso, o que é feito usando vários pulsos de 800 picossegundos cada um, o que injeta no cilindro energia suficiente para inflamar completamente a mistura.

Um motor de automóvel comum exige uma frequência de pulsos de 60 Hz. Os pesquisadores japoneses já testaram seu laser cerâmico automotivo a até 100 Hz.

A equipe também está trabalhando em uma versão de três feixes de laser, que permitirá uma combustão ainda mais rápida e mais uniforme.

Ilustração mostrando a "vela de ignição a laser" (acima) ao lado de uma vela de ignição comum (abaixo). Os cientistas ainda estão desenvolvendo uma vela capaz de emitir três feixes de laser. [Imagem: BBC]

Motores mais limpos

Segundo Taira, as velas de ignição convencionais representam uma barreira para melhorar a economia de combustível e reduzir as emissões de óxidos de nitrogênio (NOx), um dos componentes mais danosos da emissão veicular.

As velas de ignição usam altas tensões para gerar faíscas elétricas através de uma abertura entre dois eletrodos de metal. A faísca incendeia a mistura ar-combustível no cilindro do motor, produzindo uma explosão controlada, que força o pistão para baixo, até o fundo do cilindro, gerando a potência necessária para movimentar o veículo.

A redução na emissão dos NOx exige o uso de uma mistura ar-combustível mais pobre - mais ar do que combustível. Isso, contudo, exige tensões ainda mais elevadas nas velas de ignição, o que destrói o metal de que são feitas.

Por outro lado, os lasers, que queimam a mistura ar-combustível com energia óptica concentrada, não têm eletrodos. Por isso eles não se desgastam com a elevação da tensão necessária para viabilizar os motores mais limpos.

Motores mais eficientes

Os lasers também melhoram a eficiência dos motores.

As velas de ignição ficam posicionadas acima do cilindro, e apenas inflamam a mistura ar-combustível próxima a elas. O metal relativamente frio dos eletrodos e as paredes do cilindro absorvem o calor da explosão, atenuando a difusão da chama tão logo ela começa a se expandir.

Já os lasers podem concentrar os seus raios diretamente no centro da mistura. Sem atenuação, a frente da chama se expande mais simetricamente e com uma velocidade até três vezes maior do que a velocidade da chama produzida por velas.

Igualmente importante, salienta o pesquisador, os lasers injetam sua energia em questão de nanossegundos, contra os milissegundos das velas de ignição.

"O timing, a velocidade da combustão, é muito importante. Quanto mais precisa a temporização, mais eficiente será a combustão e maior será a economia de combustível," diz ele.

Engenheiros do MIT, nos Estados Unidos, estão perseguindo uma ideia ainda mais radical: um motor sem velas de ignição.

Fonte:InovacaoTecnologica

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Fique longe dos fungos e das bactérias!

Dirija com Saúde ! Higienize o Ar Condicionado de seu carro. Você sabia que o sistema de Ar Condicionado do seu carro contém diversos tipos de microorganismos ? E que esses microorganismos fazem mau à sua saúde ?

Você não sabe mas o sistema de Ar Condicionado do seu carro pode estar contaminado por indesejáveis microorganismos. Fungos, bactérias e ácaros podem ser os grandes vilões de um sistema de Ar Condicionado.
Isso porque a redução drástica da captação do ar externo provoca o aumento da concentração de poluentes biológicos no ar interno, fazendo com que a taxa de renovação seja insuficiente. Com isso, existe o risco de virusconcentração dessas formas de vida nos dutos de ar condicionado, sistema que se encontra sempre úmido, o que favorece a proliferação desses agentes, e compromete a qualidade de vida das pessoas, principalmente as que são mais vulneráveis à contaminação, como aquelas que têm problemas respiratórios como a rinite alérgica.

Esses microorganismos podem causar desde o famoso mau-cheiro até doenças respiratórias, podendo causar a morte. Em 1998, o então ministro das comunicações, Sérgio Motta, foi vítima de uma pneumonia rara, causada por um tipo de bactéria, a Legionella sp., que pode ser encontrada em sistemas de refrigeração de ar condicionado sem manutenção. ( esse exemplo citado é de sistema residencial, comercial, mas a causa do problema é a mesma em um veículo automotor ).

Por que o Ar Condicionado do meu carro esta contaminado com esses microorganismos ?


Porque todas as impurezas contidas no Ar que respiramos se acumulam no sistema de Ar Condicionado. Entre as Impurezas se encontram, poeira, poluição, insetos mortos … Saiba que o sistema de Ar Condicionado é um sistema fechado que acumula toda essa sujeira citada acima em pequenos orifícios e canaletas, saiba também que o sistema é úmido, portanto sendo o ambiente ideal para a proliferação desses microorganismos.

Como evitar que esses microorganismos infestem meu veículo?
 A única forma de evitar esse problema é fazer corretamente a manutenção preventiva de todo o sistema, seria o serviço de  Higienização do sistema de Ar Condicionado e a troca do Filtro de Pólen ( filtro de cabine ), este processo deve ser feito a cada três anos.
Não corra riscos, higienize seu sistema de ar condicionado e fique longe de doenças.

Fonte:FbFauto

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Salão de Buenos Aires e suas Novidades para o Brasil.



O Salão de Buenos Aires, que abre suas portas no dia 17 de junho, acontece na Argentina, mas interessa também ao Brasil. E muito. É para a mostra portenha que a Ford guardou o lançamento da nova geração da Ranger. A picape, praticamente a mesma desde 1996, ficou maior para brigar de igual para igual com Toyota Hilux e Nissan Frontier.

A rival Chevrolet S10 ainda não foi lançada de forma definitiva, mas já aparece como o conceito Colorado. A marca da gravata dourada ainda traz o sedã do Agile, o Cobalt, que deve perder o sobrenome Concept no ano que vem para chegar ao mercado brasileiro.

O Salão de Buenos Aires também atraiu a Fiat, que mostra pela primeira vez o 500 feito no México, que será lançado para o Brasil somente em agosto. O pequeno virá com motor 1.4 flex e 1.4 16V Multair a gasolina.

Outro lançamento é do brasileiro Renault Duster. Fabricado no Paraná e já com alguamas informações reveladas pela Renault, o SUV aparece ao público pela primeira vez em Buenos Aires. É a primeira vez que se tem a oportunidade de conhecer o interior do Duster nacional, próximo ao do novo Sandero.

Ainda na linha off-road, a Volkswagen mostra a CrossSuran, versão com apelo aventureiro da Suran, aqui no Brasil chamada de SpaceFox. A perua ainda não tem nome definido para o nosso mercado, mas segue linha visual do CrossFox com grandes faróis de neblina integrados aos de milha e adereços plásticos por toda a carroceria.
De baixo para cima: Ford Ranger, Chevrolet Colorado, Renault Duster e Chevrolet Cobalt.
Fonte:Icarros

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Cuidado! Abasteça com segurança!

De repente, o ponteiro do tanque de combustível começa a descer mais rápido que o normal e o carro não parecer ter o mesmo desempenho. Cuidado, isso pode significar que o abastecimento foi feito com gasolina adulterada. O termo é usado para classificar o combustível fora do padrão de venda, determinado por lei. Além de notar problemas mecânicos, o motorista sente a diferença também no bolso, afinal, pagou por um produto de qualidade e foi enganado. Entender o caminho que o combustível faz até chegar ao posto pode esclarecer os motivos da prática de adulteração.
Para começar, distribuidoras credenciadas compram na refinaria a gasolina pura, denominada tipo A, e são responsáveis por adicionar 25% de álcool anidro antes de repassar para a revenda. A gasolina disponível da bomba de combustível é a tipo C, composta por 75% de gasolina e 25% de álcool anidro.

A adulteração, portanto, pode ser a adição de maior porcentagem de álcool do que a permitida. Como o álcool sempre foi mais barato que a gasolina, o lucro da revenda será maior. O presidente da Sulpetro do Rio Grande do Sul, Adão Oliveira, garante que a prática tem interesse exclusivamente financeiro. “Aumentar a porcentagem de álcool é aumentar o ganho com a venda. Com isso, o posto honesto não consegue acompanhar a concorrência”, comenta.Segundo Oliveira, no centro do país é possível encontrar gasolina adulterada com até 40% de álcool. Outro elemento usado para alterar a composição é o solvente de borracha. Mesmo mais caro que o álcool, ainda é mais barato que a gasolina e também reduz o preço inicial do combustível que acaba sendo vendido pelo preço geral dos postos.

As adulterações em geral são prejudiciais ao motor do carro. O solvente, por exemplo, pode ressecar as peças de borracha. Já o álcool não traz danos tão visíveis, influenciando mais no consumo de combustível. “O veículo ‘puxa’ menos gasolina para o motor e gasta mais, fazendo o carro sentir no desempenho. Carros importados, que não têm motor flex, perdem muito com a gasolina adulterada”, diz Oliveira.
Os chamados carros flex, cujos motores funcionam tanto com álcool quanto com gasolina, não sofrem com problemas mecânicos. Nesse caso, a perda para o motorista é financeira, já que paga por um produto de qualidade quando, na verdade, abastece o carro com combustível adulterado.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes lembra ainda dos riscos para a saúde dos motoristas, dos frentistas e das pessoas em geral. O combustível adulterado produz mais resíduos, mais poluição, e alguns desses produtos clandestinos são até mesmo agentes cancerígenos.
A sonegação de impostos também é uma preocupação do setor. De acordo com Oliveira, o ICMS está fixado em 25% do produto, o que significaria, em média, R$ 0,58/litro de álcool e R$ 0,67/litro de gasolina. “Se há a sonegação, o revendedor ganha mais dinheiro e se torna um concorrente desleal, com preços abaixo do mercado”, explica.

O Sindicato dos Postos de Combustível do Rio Grande do Sul tem 2600 postos cadastrados. Para o cliente, é difícil de identificar se a gasolina está mesmo adulterada. A determinação é de que o revendedor compre o combustível de distribuidoras fixas e faça o teste do produto, com o material cedido pela Sulpetro, antes de descarregar para os reservatórios. Caso o local aceite combustível alterado, assume as responsabilidades pela distribuição.

A fim de evitar a irregularidade, a fiscalização é constante. O trabalho evita que o percentual de postos contrários à regra cresça e se aproxime do número do centro do país. O Comitê Sulbrasileiro do Controle de Qualidade também auxilia junto aos estabelecimentos.
A recomendação de Oliveira para o motorista é de abastecer sempre em postos de confiança. “Estabelecimentos menores, chamados de bandeira branca, também merecem crédito. Muitas vezes, os postos grandes é que visam mais lucro e vendem produto irregular”, comenta. Outra dica é não se iludir com preços muito abaixo da tabela, observando a média cobrada em outros postos da região.

Abasteça com Segurança, Abasteça na Rede Digos de Postos!

Fonte:Revsita.PenseCarros